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VIII Encontro Estadual de Apoio à Adoção do Rio de Janeiro

Querido Amigo,

O Quintal de Ana realizará o VIII Encontro Estadual de Apoio à Adoção do Rio de Janeiro nos dias 21 e 22 de outubro de 2011.

Anexo, encaminhamos o convite para você e aproveitamos para pedir a sua ajuda na divulgação deste Encontro Estadual para todos os seus amigos e familiares.

As INSCRIÇÕES são GRATUITAS e já estão ABERTAS!

Mas as VAGAS são LIMITADAS! Reserve logo a sua!

Venha participar conosco!

Faça sua inscrição pelo e-mail: info@quintaldeana.com.br nos enviando os seguintes dados: nome completo, telefone, e-mail, e assinale a forma de sua inscrição:

( ) pais adotivos ( ) pretendentes à adoção ( ) filhos adotivos

( ) profissional (informar a instituição em que atua) ( ) estudante

( ) grupo de apoio à adoção ( ) outros: ________________________

Por motivos técnicos o site só estará disponível para as inscrições na próxima semana.

Por isso, corra e envie a sua inscrição para o nosso e-mail!

Sua participação é fundamental para mostrarmos a força do Estado do Rio de Janeiro na luta para que cada criança e adolescente possa viver em família.

Abraços!

Atenciosamente

Quintal da Casa de Ana

Como entregar criança para adoção

O Programa Mãe Legal destina-se ao
atendimento de mulheres que manifestem
a intenção de entregar suas crianças
para adoção, seja antes ou após o
nascimento. O Programa acolhe estas
mulheres e investe na promoção de sua
autonomia e no respeito à decisão que as
mesmas venham a tomar

clique para baixar a cartilha.

Encontro Grupo de Apoio a Adoção - Belo Horizonte

Grupo de apoio a Adoção - BHCaros amigos:

Enviamos a vocês o convite para a nossa próxima reunião do GAABH que se realizará

Dia: 25/8/2011, quinta-feira
Horário: 19:00 às 21:00 hs
Local: Auditório do CEFET-MG/Campus I
Av. Amazonas, 5253, Bairro Nova Suíça – BH

A reunião pública terá como tema - Questões Psicológicas da adoção e seus mitos, a cargo da psicóloga Maíra Brito, estudiosa dos temas de abandono e adoção. A profissional atua atendendo crianças institucionalizadas e na preparação de famílias para o processo de adoção.

Para quem virá à nossa reunião pela primeira vez, queremos dizer que os Grupos de Apoio à Adoção são formados por iniciativa da sociedade civil, na maioria das vezes por pais adotivos que trabalham voluntariamente para a divulgação de uma nova cultura de adoção. Nossa intenção é prevenir o abandono, preparar adotantes, acompanhar pais adotivos, conscientizar a sociedade sobre a adoção e, principalmente, sobre as adoções necessárias (crianças mais velhas, com necessidades especiais e inter-raciais). Para quem já esteve em alguma de nossas reuniões anteriores e virá novamente , que bom revê-los!

Pretendemos também nos fortalecer enquanto grupo, nos apoiando mutuamente, construindo assim, uma grande “família sócio-afetiva”. Nosso grupo é cadastrado junto à Vara da Infância e Juventude de BH (VIJ) e ao Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), tendo autorização e registro legal para funcionamento.

Os contatos com o Grupo poderão ser feitos pelo e-mail: gaa.bh@hotmail.com, pela comunidade no Orkut GAABH e pelos telefones: (31) 8312.6849 Fernanda, (31) 8788.0170 Rosália e (31) 9543.0384 Vanici.

Aguardamos vocês com alegria!
Um abraço fraterno,
Equipe do GAA-BH

Cuide do seu casamento!!!!!

convite sessão caná -2011 MG
cana-2011-21

crianças de até 3 anos são apenas 3% em abrigos

Brasília – Crianças brancas, do sexo feminino e com pouca idade. Esse é o perfil mais procurado pelas 26.938 famílias que estão na fila de adoção. Mas a realidade das 4.583 crianças e adolescentes que vivem hoje em abrigos é bem diferente. Enquanto a maioria (76%) dos interessados inscritos no Cadastro Nacional de Adoção (CNA) procura filhos adotivos até 3 anos de idade, apenas 3,6% das crianças estão nessa faixa etária.

Para sensibilizar as famílias interessadas na adoção sobre esse quadro, a organização não governamental (ONG) Aconchego e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República lançam uma campanha contando histórias bem-sucedidas de homens e mulheres que acolheram crianças que não se encaixam no perfil mais procurado. É o caso da bancária Rita Cássia da Rocha, de 46 anos. Há quatro anos ela adotou Patrícia, que à época tinha 5 anos e é negra. A menina também tinha um problema de saúde, a síndrome do alcoolismo fetal, causado pelo abuso de álcool cometido pela mãe biológica durante a gravidez.

Rita conheceu Patrícia ao participar de um projeto da ONG Aconchego com crianças que vivem nos abrigos do Distrito Federal. “Desde que a gente se conheceu, o amor foi crescendo e aí a gente resolveu que ia passar por cima de todas as dificuldades, até financeiras, e adotá-la. Sempre quisemos adotar uma menina e pensamos em dar uma chance a uma criança que tinha menos chances de ser adotada”, explica Rita.

De acordo com os dados do CNA, 21,5% das crianças disponíveis para adoção têm algum problema de saúde, e poucas famílias têm disponibilidade para aceitar filhos com essa condição. Soraya Pereira, presidente da ONG Aconchego, acredita que as famílias estão cada vez mais abertas a adotar crianças com perfil diferente daquele tradicionalmente procurado. Segundo ela, o objetivo da campanha é “chamar a atenção para essas crianças esquecidas” e levar informações às famílias paras desmistificar esse processo. “Hoje, as pessoas já conseguem entender que o foco da adoção não é uma criança para uma família, mas uma família para uma criança”, afirma. Segundo ela, há mais espaço hoje para crianças negras, mas ainda há pouco interesse na adoção de maiores de 5 anos.

“As pessoas têm a ilusão que podem controlar o desenvolvimento e o crescimento da criança se acompanhá-la desde bebê. Mas a gente não tem essa certeza com filho biológico. Ninguém garante que um filho acompanhado desde o início não terá dificuldades lá na frente, não vai desenvolver uma patologia”, aponta Soraya.

A bancária Rita concorda com o argumento e recomenda às famílias que pensam em adoção que ampliem o perfil da criança procurada. “Essas pessoas estão se privando de uma experiência maravilhosa. Se hoje eu tivesse um pouco menos idade, adotaria outra criança”, afirma.

Dados de maio do CNA mostram que São Paulo é o estado com maior número de crianças e adolescentes em condições para a adoção: 1.221. Em seguida vêm o Rio Grande do Sul (758), Minas Gerais (562) e o Paraná (433).

Agência Brasil